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Equipo piloto

Ensaios de laboratório

EXPERIÊNCIAS

Gres Porcelanato obtido mediante moagem por via a seco

Os "Nódulos De Cal" Nas Massas Para Extrudados

 

 

 

 

 

 

  VERIFICAÇÃO DO EFEITO DA MOAGEM E DA COLORAÇÃO A SECO PROPOSTAS PELA MANFREDINI & SCHIANCHI SOBRE AS CARACTERÍSTICAS DE PÓS A SEREM UTILIZADOS PARA A PRODUÇÃO DE GRÉS PORCELANATO
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Desde 2002, a Manfredini & Schianchi está empenhada na busca de soluções vencedoras para a produção de azulejos de grés porcelanato, contando com uma rica história de ensaios de laboratório, testes industriais, otimização das suas plantas de preparação a seco para esta finalidade e realização já concluída de unidades produtivas que utilizam a nossa tecnologia com sucesso.

Considerando as exigências cada vez mais importantes de economia energética e hídrica, como também de preservação do meio ambiente, a nossa Empresa, líder indiscutível no setor da preparação das matérias primas por via a seco, já acumulou uma bagagem de experiência que lhe permite oferecer aos fabricantes e investidores, nacionais e internacionais, linhas personalizadas em função das matérias primas disponíveis e da qualidade desejada. Neste relatório desejamos relançar um estudo conduzido com a prestigiosa colaboração da Universidade de Módena (Departamento de Engenharia dos Materiais).

Como conclusão do estudo, indicamos a seguir os parâmetros qualitativos alcançados no produto acabado com a nossa tecnologia exclusiva de preparação a seco das matérias primas mediante moagem e coloração a seco, com a utilização de equipamentos adequados para gerenciar todos os processos até o carregamento da prensa, obtendo excelentes resultados para a produção de azulejos de porcelanato com características idênticas às obtidas com a tecnologia usual a úmido.

Alessandro Manfredini

OBTENÇÃO DE AZULEJOS DE CERÂMICA DE BAIXA POROSIDADE TIPO GRÉS PORCELANATO A PARTIR DE MASSAS MOÍDAS E PROCESSADAS POR VIA A SECO COM TECNOLOGIA MANFREDINI E SCHIANCHI

Contrato de pesquisa entre o Departamento de Engenharia dos Materiais e do Ambiente da Universidade dos Estudos de Módena e Reggio Emilia e a Manfredini & Schianchi Srl

Objetivo da pesquisa:

Contribuição para estabelecer as melhores condições de moagem a seco (tipo de moinhos e variáveis de processo, tais como:

  • Sistemas de umidificação e granulação dos pós
  • Ajustes na prensa (homogeneidade de carregamento dos moldes, velocidade de avanço do carro, queda dos tampões e queda da travessa, etc…)
  • Fases seguintes de transformação (secagem, esmaltação, queima e classificação)

Visando atingir as condições ideais para a produção de azulejos (tipo grés porcelanato) mediante moagem a seco, com características consolidadas utilizando a tecnologia usual a úmido.

Atividades previstas:

  • Obtenção de massas moídas a seco para a produção de misturas destinadas à produção de azulejos com características tipo grés porcelanato.
  • Verificação das características mineralógicas, químicas, morfológicas e granulométricas e da sinterabilidade das massas obtidas.
  • Verificação das características macroscópicas e normativas dos produtos que podem ser obtidos a partir das massas (contração linear, absorção de água, resistência mecânica, incidência do núcleo preto).
  • Contribuição para a redação de relatórios.
  • Contribuição para a organização de seminários, iniciativas, publicações e atividades de difusão da iniciativa de colaboração.
Materiais:
  • Massas para a produção de azulejos cerâmicos a serem submetidas à moagem a seco com tecnologia Manfredini & Schianchi.
  • Massa de referência obtida para moagem a úmido.

Ensaios a serem realizados:

  • Medições de distribuição granulométrica dos pós das massas.
  • Caracterização química dos pós das massas.
  • Caracterização mineralógica dos pós das massas.
  • Caracterização morfológica dos pós das massas.
  • Características dos produtos queimados (RL, AA) obtidos a partir dos pós das massas.

CARACTERIZAÇÃO DOS PRODUTOS REPRESENTATIVOS E JÁ EM USO NO SETOR CERÂMICO PARA IDENTIFICAR AS RESPECTIVAS PROPRIEDADES E COMPOSIÇÃO TANTO QUÍMICA, COMO MINERALÓGICA. FORMULAÇÃO DE ALGUMAS NOVAS COMPOSIÇÕES UTILIZANDO DIFERENTES MATÉRIAS PRIMAS, SEMI-TRANSFORMADOS E REJEITOS DE TRANSFORMAÇÃO NACIONAIS E NÃO

Foram formulados dois tipos de massa. Com base em uma série de ensaios preliminares, dos quais omitiremos os resultados, foi realizada uma composição adequada para a produção de grés porcelanato sinterizado para pisos.

A composição desenvolvida foi formulada seguindo os critérios clássicos da formulação das massas cerâmicas e efetuando as modificações adequadas que se tornaram necessárias devido à diferente reatividade dos pós moídos a seco.

Na seção seguinte, indicamos os resultados significativos da experimentação. Em especial, para os efeitos da otimização da composição, comparamos as características da massa para grés porcelanato desenvolvida e realizada mediante moagem a seco com uma massa típica para grés porcelanato obtida a seguir à moagem a úmido.

ENSAIOS DE LABORATÓRIO QUE VISAM AVALIAR AS POTENCIALIDADES APLICATIVAS DAS NOVAS FORMULAÇÕES PARA A OBTENÇÃO DE DIFERENTES TIPOS DE PRODUTOS COM REQUISITOS PREDETERMINADOS

Indicamos a seguir, como conclusão das atividades previstas na pesquisa conjunta, os resultados essenciais que permitem adquirir conhecimentos suficientes para o alcance e/ou verificação e validação dos objetivos do projeto.

Análise mineralógica e granulométrica dos pós
massa para grés porcelanato produzida por via a seco MS DRY-TECH
massa para grés porcelanato produzida por via a úmido
Análise difratométrica
(Fases cristalinas prevalecentes: quartzo, feldspato sódico, feldspato potássico, minerais argilosos de natureza caulinítica e minerais argilosos de natureza ilítica)
Analisi Porcellanato a secco
Analisi porcellanato umido
Análise granulométrica
Analisi granulometrica secco
Analisi granulometrica porcellanato ad umido

Morfologia dos pós
massa para grés porcelanato produzida por via a seco MS DRY-TECH
massa para grés porcelanato produzida por via a úmido
Secco 0x
umido 0x

Queima (formação 400 kg/cm²)
massa para grés porcelanato produzida por via a seco MS DRY-TECH
massa para grés porcelanato produzida por via a úmido
1210°C -38'
MS DRYTECH
Processo ad umido

Comportamento termomecânico (Dilatometria óptica)
massa para grés porcelanato produzida por via a seco MS DRY-TECH
massa para grés porcelanato produzida por via a úmido
dilat secco
dilat-umido

Massa para grés porcelanato produzida por via a seco MS DRY-TECH - Sinterizaçãoe
sinterizzazione secco


Difratometrias de raios X em pós e micrografias de uma massa para grés porcelanato queimado a 1150°C (A), 1175°C (B) e 1210°C (C). São indicados os picos principais de quartzo (quadrado), feldspatos (triângulo) e mulitas (círculo).


Massa para grés porcelanato produzida por moagem a seco MS DRY-TECH - Fluidez dos pós
Efeito das dimensões dos eventuais aglomerados sobre a fluidez.
Efeito da umidade sobre a fluidez dos pós.
fluidita 1
fluidità 2

As formulações projetadas, estudadas e aplicadas permitem obter tipos de produto com características equivalentes às dos produtos obtidos com a tecnologia usual de moagem a úmido e posterior atomização.

Através do processo de moagem proposto e desenvolvido obtêm-se distribuições granulométricas ideais para a produção de grés porcelanato.

Em especial, o processo desenvolvido confere ao sistema uma excelente reatividade, perfeita para a obtenção de grés porcelanato com características cinéticas (temperatura e tempo de processo) superiores às atuais.

Com a massa citada anteriormente realizada por via a seco mediante o método Manfredini & Schianchi e utilizando matérias primas fáceis de encontrar e de custo contido, obtivemos os seguintes resultados técnicos no produto acabado:

Parâmetros Técnicos para Grés Porcelanato produzido por via a seco MS DRY-TECH
Umidade da massa na prensa 6,5 - 7%
Pressão de trabalho da prensa 370 kg/cm2
Número de ciclos por minuto da prensa 16
Ciclo de queima 1210°C / 33'
Produção diária 10.000 mq
Contração 6,0 %
Absorção < 0,1 %
M.O.R. Produto cru 16 kg/cm2
M.O.R. produto seco 34 kg/cm2
M.O.R. produto queimado 590 kg/cm2
Coeficiente de dilatação linear a 24 400°c 78,5 x 10-7

Este procedimento apresenta os seguintes consumos e custos comparativos:

Consumos
Processo DRY-TECH Porcelain
Sistema tradicional a úmido
Água (l/ton.)
36
266
Eletricidade (kWhr/ton.)
18
45
Gás natural (m3/ton.)
5 (com umidade de 12 % nas matérias primas)
45
Pessoal por turno
2 Pessoas
3 Pessoas
Custo global de manutenção (€/t)
1,5
2,5

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